
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Aos 30
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
"Desligo o telefone com uma sensação estranha e desconhecida. Não haja dúvida que o tempo nos faz distanciar daqueles que tiveram tanto significado na nossa vida ao ponto de os tornar quase irreconhecíveis. Como tu. Não reconheci o número e nem a tua voz. Incrível, não é? Foram tantas as vezes que o marquei e tantas as vezes que falei contigo horas a fio! Sabia os dois de cor. Hoje não. Nem um nem outro. E sou bem mais feliz assim, francamente.
Tinhamos chegado ao fundo do poço tanto tempo antes de pormos realmente o ponto final à história. E o ponto final foi posto quase noutra vida. Por isso não consigo compreender o motivo do telefonema de hoje nem o "só para saber o que é feito de ti". Não só não o consigo compreender como não consigo sentir o mesmo. Quero eu lá bem saber o que é feito de ti?! Não é raiva nem depeito nem nada disso. Não fazes parte do meu mundo, apenas isso. Quando muito fazes parte da história, como uma casa onde vivi, de onde mudei e a cuja rua nunca tive vontade de voltar. Pode ser falta de sensibilidade ou de nostalgia. Mas cá no fundo, parece-me que é mesmo ausência de significado. Porque, para mim, as coisas só têm significado enquanto duram. Tal como as pessoas. Não fico agarrada ao que senti por ti. Se acabou é porque não era lá grande coisa, digo eu. Podia ter dado lugar a um outro tipo de sentimento qualquer, mas não. (In)Felizmente eu não funciono assim.
Este telefonema durou segundos. Não me apetece partilhar contigo o meu presente nem manter conversa de circunstância. Como não me interessa minimamente saber o que é feito de ti. Não te desejo mal. Nem bem. A desejar-te alguma coisa, apenas que nunca mais tenhas vontade de me ligar."
Afinal, não é o sonho que comanda a vida, não. O que comanda a vida é o que, figuradamente, chamamos coração. O coração, esse que anda por aí nos pescoços em fios ou nos pulsos em pulseiras, cravado nas árvores com dois nomes a jurarem partilhar a vida eternamente, esse é que faz a diferença. Símbolo dos afectos, das uniões, dos desejos, quando não está bem, nada mais está bem. Pode ter-se mil viagens de sonho, mil jantares com amigos, mil músicas novas que nada disso tem significado nenhum. Falta algo. Melhor, falta alguém. Alguém que preencha esse espaço e esse tempo, que nos transporte para outra dimensão, a quem nos entreguemos sem medo, só porque sim. Mais do mesmo
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Songa - Monga
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Casual friday
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Tempo
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Coisa feia a inveja
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Quando apareceram os telemóveis, toda a gente achou uma ideia brilhante ao ponto de só se ser gente tendo, pelo menos, um telemóvel. Estar contactável a toda a hora, ligar só porque sim e poder enviar sms a dizer nada tornou-se um hábito vital para toda a gente. Mal se consegue recuar aos tempos em que era preciso chegar a casa para poder pôr a conversa em dia, em que não havia hipótese de se desculpar de um atraso a um encontro ou de escrever "amo-te" em vez de o dizer olhos nos olhos. Tornámo-nos todos telemóvelodependentes. Um dia em que se esqueça o telemóvel em casa é um dia em que nos falta alguma coisa, em que não fazemos parte do mundo e em que o nosso pequeno mundinho que nele está armazenado ficou ali abandonado.terça-feira, 4 de novembro de 2008
Períodos de transição
segunda-feira, 3 de novembro de 2008



O Mamma Mía é um bom filme para quem gosta da música dos Abba, o que não é definitivamente o meu caso. Tal não implica que não saiba reconhecer que o filme é engraçado.








